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Paisagismo

Publicado: 19 de junho de 2009 em Diálogo de Genilson, ESPECIAL

Paisagismo


Quem me conhece sabe que eu pretendo ou pretendia fazer arquitetura na faculdade, mas ultimamente venho pensando em me especializar em uma área da arquitetura, a arquitetura de paisagem, ou paisagismo. Resolvi então, postar aqui no blog sobre essa profissão.

O paisagismo (também denominado por arquitetura da paisagem, mais conhecido em Portugal como arquitetura paisagista) é a arte e técnica de promover o projeto, planejamento, gestão e preservação de espaços livres, urbanos ou não, de forma a processar micro e macro-paisagens.

“O paisagismo não é apenas a criação de jardins através do plantio desordenado de algumas plantas ornamentais, é uma técnica artesanal aliada à sensibilidade, que procura reconstituir a paisagem natural dentro do cenário devastado pelas construções. Requer conhecimentos de botânica, ecologia, variações climáticas regionais e estilos arquitetônicos, sendo também importante o conhecimento das compatibilidades plásticas para o equilíbrio das formas e cores.
A finalidade do paisagismo é a integração do homem com a natureza, facultando-lhe melhores condições de vida pelo equilíbrio do meio ambiente. Ele abrange todas as áreas onde se registra a presença do ser humano. Até mesmo nos desertos só é notada a presença dos seres humanos nos oásis, onde existe vegetação nativa ligada à água. Desde as áreas rurais até as regiões metropolitanas, o paisagismo deve atuar como fator de equilíbrio entre o homem e o ambiente.
A manutenção de áreas verdes nas grandes indústrias influencia positivamente para o aumento da produção, chegando a assegurar uma diminuição nos índices de acidentes de trabalho. Uma paisagem mais amena nas áreas das fábricas, suavizando a artificialidade metálica dos maquinários de trabalho, diminui a tensão dos trabalhadores.
O paisagismo urbano tem por objeto os espaços abertos (não construídos) e as áreas livres, com funções de recreação, amenização e circulação, entre outras, sendo diferenciadas entre si pelas dimensões físicas, abrangência espacial, funcionalidade, tipologia ou quantidade de cobertura vegetal.
A criação de jardins internos (paisagismo de áreas internas), nas residências ou em áreas comerciais, comprova a necessidade do ser humano em manter-se ligado à natureza.”


Elementos Auxiliares

Pedras (brutas, seixos, pedriscos)

Caminhos, trilhas, acessos, contraste entre a vegetação são as inúmeras formas de utilização das pedras. Nos jardins orientais, as pedras são elementos imprescindíveis. Para os orientais, as pedras simbolizam as montanhas, que eram a morada dos imortais, exercendo desta maneira uma proteção para os locais, como guardiões e símbolo da sabedoria.

• Dormentes

Os resistentes dormentes muito utilizados em trilhos de trem, podem ser utilizados com sucesso incrível nos projetos paisagísticos, sejam como divisórias, cercas, formando degraus de escadas, caminhos ou como suportes de plantas.

• Troncos, raízes

Muito utilizados na composição com flores e folhas, formando arranjos. As formas rústicas proporcionam um visual bastante atraente. Muitos troncos são utilizados como suportes para samambaias, bromélias e trepadeiras.

• Cascatas, rodas d’água, chafariz, fontes, piscinas

A água constitui fator de grande atração visual, tanto por seus efeitos de reflexão, sensação de ampliar horizontes e de movimento, quanto por seus efeitos sonoros e psicológicos. Entre as flores, folhagens, árvores, palmeiras, o efeito é incrível. Desde espaços pequenos, com pequenas fontes, até grandes locais, com piscinas ou cascatas, a água sempre equilibra a composição.

• Gazebos, quiosques

Construções rústicas, feitas de madeira, proporcionam locais de meditação e lazer em meio ao jardim.

• Pérgolas e treliças

As pérgolas feitas de madeira, com belas trepadeiras, podem dar ao jardim um efeito incrivelmente ornamental, podem estar próximas a piscinas, como em cobertura de varandas, nas entradas ou no abrigo para carros.

As treliças feitas de madeira podem servir como biombos separando áreas de um jardim, proporcionando quebras e uma sensação de que o jardim é muito grande, além de promoverem um certo mistério, por não se saber o que vem depois dela. Muito utilizada também em paredes, como suportes para vasos e xaxim, em locais abrigados ou não, ao redor de portas de entrada com belas trepadeiras.

• Decks de madeira, móveis rústicos

Muito utilizados em áreas com piscinas, proporcionam um contraste belo entre a água e as plantas existentes. Também como áreas de meditação, ou em pequenas áreas de jardins internos de prédios ou casas, em formas sinuosas, dando a sensação de leveza e aconchego.

• Iluminação (holofotes, arandelas, postes, conchas)

De fundamental importância para os jardins, é necessário que todos os pontos da iluminação estejam presentes no projeto de paisagismo, para possibilitar que a rede de fiação elétrica seja implantada antes das obras de jardinagem, evitando danos às plantas e transtornos posteriores.

A luz disposta em meio a grupos de plantas, iluminando-as de dentro para fora, cria ilhas de luminosidade difusa em meio ao ambiente escuro, proporcionando um efeito ornamental muito bom.

As cores em um jardim

Cores e aromas fazem a diferença em ambientes. As combinações harmoniosas são alcançadas através da mistura de tons escuros, médios e claros de um pigmento, ou da combinação de plantas cujas cores se aproximem umas das outras no gráfico das cores.

Cores primárias:

vermelho, azul, amarelo

Cores secundárias:

verde, laranja e violeta

Cores quentes:

amarelo , vermelho e laranja

Cores frias:

azul, violeta e verde


As cores quentes lembram o sol; já as cores frias provocam a sensação de sossego. Nas composições paisagísticas, pode-se e deve-se aproveitar destes recursos naturais e assim invocar sensações como aquecimento (cores quentes) ou frescor (cores frias).

Cores e flores

Violeta (tumbérgia, violeta, petúnia, prímula)
Relacionada com a intuição e a espiritualidade, própria para locais de meditação
Verde (hera, avenca)
Cor protetora, terapêutica, inspira sentimentos de paz e harmonia. É a cor do equilíbrio, não agita nem relaxa demais.
Laranja (azaléia, tagete, lírio, gérbera)
Cor quente, radiante, dá energia, estimula o otimismo, a generosidade. Influencia a atividade física e intelectual
Amarelo (margarida, amor-perfeito, gérbera, lírio, junquilho)
Ligado à criatividade, estimula o raciocínio e a comunicação. Relacionada sempre com o sol, representa a força.
Azul (agapanto, hortênsia, lobélia)
Cor da paz, indicada para meditação, relacionada com confiança.
Vermelho (rosa, hibisco, kalanchoe, antúrio)
Cor do fogo, altamente energizante. Produz nos jardins um efeito fantástico, impossível de não ser admirado. Símbolo de força e vitalidade.

Outras cores:

Cores e flores

Branco (azaléia, rosa, hibisco, copo-de-leite, lírio-da-paz)
Dá origem a todas as cores. Cor da pureza, relacionada também com a espiritualidade.
Rosa rosa, azaléia, hibisco, ciclame, prímula)
Relacionada com as emoções, cor do amor espiritual. Estimula relações afetivas
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    Bom pessoal, aí vai uma nova história minha. Por enquanto não tem nome, quem tiver alguma sugestão boa pode dizer. É uma história de mutação.

Capítulo 1 – Parte 1

    Eu fugia por aquele caminho molhado. A noite realmente estava sombria. Ventos frios e raios caindo do céu. Á medida que eu corria sentia os pingos de lama molhando a barra da minha calça. Mas o que importava naquele momento era fugir. Conseguir escapar do que eu havia presenciado. Corri até não agüentar mais, sabia que eles estavam atrás de mim. Parei em um campo aberto, rodeado de arvores secas e petrificadas. Olhei para o céu como se esperasse alguma solução, e do alto se veio o que tanto desejava. Um raio caiu atingindo-me diretamente fazendo com que eu ficasse fraco e tremulo por instantes. Um clarão enorme iluminou o lugar. E por alguns segundos fiquei cego. Caí no chão e senti meu corpo arder. Como eu poderia ainda estar vivo? Três homens chegaram no local imediatamente.
   – Ali esta ele. Vamos acabar logo com isso – disse um deles
    Eu dei um passo para trás, mas senti um impulso me levando para frente. Eles vieram em minha direção a ponto de me espancar. Então me protegi com minha mão e fechei os olhos. Quando os abri, os homens estavam no chão. Mortos? Não. Apenas inconscientes. Era a minha chance de fugir. Então voltei para uma estrada pouco movimentada e fiquei esperando algum carro passar. Não parava de pensar em como aquilo havia acontecido. Como os homens foram parar no chão se eu nem os havia tocado? Fiquei um pouco pensativo. Mas logo acordei com luzes ofegantes de faróis de carro. Fiz o gesto de pedido de carona. E fui concedido. Era uma picape preta. Cheguei perto e ele perguntou:
   – Para onde você esta indo?
   – Para a cidade.
   – Eu irei ficar no posto bem próximo. Posso lhe deixar lá.
   – Tudo bem!
Entrei no carro e pus o cinto de segurança. O homem era um cara de uns 40 e poucos anos, gordo e bem barbudo. Ele não parava de me olhar. Como se quisesse me perguntar algo. Então ele se pronunciou:
   – O que aconteceu com você?
Em minha consciência eu não podia contar a verdade. Fiquei um pouco gaguejante, mas respondi:
   – Eu estava dirigindo, mas roubaram meu carro e me jogaram na lama.
Não sei se a historia colou. Mas ele me olhava com uma certa dúvida, afinal não parecia ter 19 anos.
    Logo chegamos no posto. Desci do automóvel e agradeci a carona. O senhor ficou conversando com os frentistas do posto. Eu continuei minha viagem. Estava mais seco. Depois de alguns minutos, já estava na porta de casa. Minha mãe veio em minha direção, preocupada comigo.
   – O que houve?
   – Eu fui assaltado mãe.
   – Mas você não esta ferido, esta?
   – Não.

Um dia pra guardar sempre

Publicado: 20 de abril de 2009 em Diálogo de Genilson, ESPECIAL

   Como é bom ter amigos que fazem vivermos momentos felizes, não? Como é bom saber que você é amado e que faz alguém sorrir. Bom…Hoje eu passei um dos melhores momentos da minha vida. Meu amigo Victor veio para minha casa e ficamos resenhando pela manhã. Tiramos fotos e ficamos tentando tocar Dani – meu violão. Depois almoçamos conversando sobre estudar em colégio interno com minha tia (isso não vem ao caso agora). Fomos procurar algum livro de Crepúsculo e não achamos, então, fomos para a casa de Milli. Ficamos um tempinho lá conversando com ela e com Tia Milena e mais tarde fomos com Luan para a casa de Roberta. Durante o percurso até a casa de nossa amiga, andamos até a Insinuante e pegamos uma topic, tirando algumas fotos por aí. Chegamos na casa de Beta onde íamos assistir Crepúsculo, mas o filme acabou não pegando no DVD. Fomos assistir no pc, mas depois desistimos. Fomos para a sala e ficamos conversando, ouvindo Beta tocar Tchubaruba e tirando várias fotos. Sabe quando você vive um momento realmente em que você se diverte com pessoas que ama? Pois é, hoje foi um deles. Adorei muito esse dia e espero que ele se repita várias vezes. Brigadão galera por esses momentos.